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Publicado por Toda Fruta em 3 de maio de 2026
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 Pesquisa indica que compostos antioxidantes do fruto resistem à digestão e podem atuar no controle glicêmico e do colesterol

Nome científico: Campomanesia adamantium (Cambess) O. Berg

O nome genérico Campomanesia é em memória ao naturalista espanhol P. Rodrigues de Campomanes; o epíteto específico guaviroba vem do tupi guavi ou guabi (para comer fruta) e roba (amarga), que significa fruta amarga. É polinizada principalmente por abelhas e pequenos insetos. A dispersão dos frutos é zoocórica, sendo feita notadamente pelo macaco bugio ou guariba (Alouatta guariba).

Nomes populares: gabiroba, guabiroba, guabiroba-do-campo, guavira
Família botânica: Myrtaceae

 

Guabiroba é um fruto nativo da Mata Atlântica
                                                                                                 Guabiroba é um fruto nativo da Mata Atlântica  • Global_Pics/Getty Images
Da mesma família da goiaba, a guabiroba esbanja vitaminas, sais minerais e fitoquímicos. Esse mix tem potencial de blindar as artérias, com impactos positivos no equilíbrio glicêmico e na redução do risco de males cardiovasculares e diabetes. A espécie tem sido analisada por pesquisadores da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina), que também estudam outros frutos nativos da Mata Atlântica, caso da jabuticaba, da pitanga e do araçá.

“Entre os destaques da guabiroba estão os fenólicos, sobretudo os flavonoides”, conta a engenheira de alimentos Aniela Kempka, professora da Udesc e líder do grupo por trás de um artigo publicado em 2025 no periódico Foods. Por meio de simulação do processo digestivo no laboratório, os cientistas avaliaram o comportamento dessas e demais substâncias vindas tanto do fruto quanto das folhas. “Vários desses compostos permaneceram acessíveis após a digestão simulada”, revela Kempka.

Significa que os efeitos benéficos se mantêm no organismo. Os ácidos clorogênico, gálico, cafeico e elágico, além do kaempferol, da quercetina e da miricetina, são exemplos de fenólicos da guabiroba. Todos apresentam ação antioxidante e há evidências de atuação anti-inflamatória, o que resguarda as artérias.

Fonte: Regina Célia Pereira, da Agência Einstein
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