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16 de janeiro de 2026
Publicado por Toda Fruta em 19 de janeiro de 2026
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Exportação de frutas não deve sofrer com salvaguardas da UE

Representantes do setor apostam na competitividade de exportações brasileiras após acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia

                                                                     Uvas brasileiras estão isentas de imposto pelo novo acordo Mercosul-UE 
As salvaguardas da União Europeia, que impõem restrições e parâmetros específicos para exportações do Mercosul ao bloco, não devem prejudicar as vendas de frutas, segundo representantes do setor. Com a assinatura do tratado, espera-se que os negócios mantenham o ritmo de crescimento registrado nos últimos três anos.  
 Em 2025, o volume de frutas exportadas para a Europa cresceu 19% e o continente representou 79% do total vendido pelo setor. O dado anima empresas brasileiras que competem com países que já possuem isenção de tarifas como o Peru, Chile e México.  
 Luiz Roberto Barcelos, conselheiro da International Fresh Produce Association (IFPA) e diretor da Abrafrutas (Associação Brasileia de Frutas), ressaltou que “as salvaguardas não ameaçam, pois exportamos frutas tropícais, que não são produzidas nos países europeus”, disse à CNN Brasil. Barcelos destaca a contrapartida de exportações de frutas tropicais durante a entressafra europeia.

“Nos casos de melão, melancia, uva e mamão, o comércio acontece na contra estação, o que supre a demanda de mercados do hemisfério norte”, explicou. 

O acordo entre Mercosul e União Europeia prevê a redução gradual de tarifas de importação por parte de países do bloco europeu. O ajuste compreende tarifas entre 14% e 4¨%, alíquotas em vigor atualmente. A uva é o grande destaque e terá a alíquota zerada imediatamente a vigência do acordo.  

 “As estimativas de redução tarifária devem tornar as exportações brasileiras mais competitivas”, disse Eduardo Brandão, diretor executivo da Abrafrutas à CNN Brasil. 

Recorde  – Em 2025, as vendas de frutas brasileiras ao exterior foram recorde e alcançaram a  marca de US$ 1,45 bilhão, com alta de 12% em valor e 19,6% em volume em relação a 2024.  

 Para a Europa, exportações de manga, melão, limão, melancia, uva e mamão cresceram 12,8% em valor e 19,1% em volume em 2025. Na soma, embarques para a Europa cresceram 6,2% em valor e 3,4% em volume em 2025, em relação a 2024, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento e Indústria.  

 Manga, melão, limão, melancia, uva e mamão somaram US$ 967 milhões em receita no ano passado, ante US$ 857,6 milhões em 2024. Para a Europa, o Brasil exportou 949 mil toneladas em 2025, uma alta em relação a 2024, quando os embarques somaram 796,6 mil toneladas.  

 A Apex Brasil estima que o faturamento da fruticultura cresça 40% e alcance US$ 1,8 bilhão até 2029. Em 2025, o país exportou 1,2 milhão de toneladas de frutas frescas, gerando receita de cerca de US$ 1,3 bilhão.  

Fonte: CNN

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O terceiro trimestre de 2025 reafirmou a força da fruticultura brasileira, com desempenho expressivo nas vendas externas. De acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), com base no Comex Stat, as exportações de frutas frescas cresceram 30,2% em volume e 16,3% em valor, em comparação com o mesmo período de 2024.

Entre julho e setembro, o Brasil embarcou 290,6 mil toneladas de frutas, que somaram US$ 323,6 milhões em receita. No acumulado do ano, já são 836,9 mil toneladas exportadas, com faturamento de US$ 909,8 milhões.

Segundo a Abrafrutas, o resultado reforça a resiliência e a capacidade de adaptação do setor, que vem enfrentando desafios como o recente “tarifaço” imposto pelos Estados Unidos. “O setor continuou negociando, trabalhando e mostrando sua força. Os números alcançados são o reflexo direto desse esforço coletivo, que une produtores, exportadores e instituições em torno de um mesmo propósito: mostrar ao mundo a força e a excelência da fruticultura brasileira”, destacou o presidente da entidade, Guilherme Coelho.

O resultado reflete o trabalho conjunto entre produtores, exportadores e instituições representativas. Mesmo após o anúncio do “tarifaço” americano, que gerou preocupação no início do semestre, o setor reagiu com firmeza. “Em um primeiro momento, foi necessário refletir sobre as alternativas e avaliar os impactos, mas em nenhum momento deixamos de produzir o planejado. O setor continuou negociando, trabalhando e mostrando sua força. Os números alcançados são o reflexo direto desse esforço coletivo, que une produtores, exportadores e instituições em torno de um mesmo propósito: mostrar ao mundo a força e a excelência da fruticultura brasileira”, afirmou o presidente da Abrafrutas, Guilherme Coelho.

As principais frutas embarcadas no trimestre foram:

  • Manga – manteve a liderança absoluta, com crescimento de 3,8% em valor e 36,9% em volume, impulsionada pela forte demanda da União Europeia e do Reino Unido.
  • Limão – teve aumento de 0,02% em valor e 7,97% em volume, consolidando sua presença nos mercados europeu e do Oriente Médio.
  • Melão – registrou alta de 29,77% em volume e 47,01% em valor, beneficiado pela oferta estável do Nordeste brasileiro.
  • Melancia – apresentou avanço de 97,4% em valor e 64,9% em volume, destacando-se entre as frutas de maior crescimento proporcional.
  • Banana – teve elevação de 40,8% em valor e 63,8% em volume, ampliando a presença brasileira no comércio internacional.

Com o bom desempenho e a ampliação de mercados estratégicos, a Abrafrutas projeta que 2025 poderá consolidar-se como um ano recorde para as exportações brasileiras de frutas.

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Apesar do tarifaço, exportações de frutas brasileiras para os EUA crescem 16,3%

Mesmo com o tarifaço imposto pelos Estados Unidos, o terceiro trimestre de 2025 reafirmou a força da fruticultura nacional no cenário mundial. Segundo a Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados), as vendas externas de frutas cresceram 30,2% em valor e 16,3% em volume em relação ao mesmo período de 2024.

Em entrevista ao Record News Rural, Luiz Roberto Barcelos, diretor institucional da associação, explica que algumas variedades, como a manga, surpreenderam e tiveram alta nos embarques, inclusive para o país americano.

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