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FRUTAS/CEPEA: Para 2026, balança comercial é otimista, com boa demanda e recuperação de safra

Por Lucas de Mora Bezerra, Isabela Ferraz & Guilherme Abdalla
FRUTAS/CEPEA: Para 2026, balança comercial é otimista, com boa demanda e recuperação de safra Apesar de ainda ser cedo para inferir os resultados dos envios ao longo de 2026, as perspectivas são otimistas. As estimativas de nova recuperação nos pomares de maçã para a temporada 2025/26 deverão garantir aumento das exportações e diminuição das importações da fruta no decorrer do ano. A demanda constante pelos mamões, sobretudo da Europa, deverá favorecer a permanência dos envios da fruta ao continente.

No caso dos melões e melancias, a tendência é de diminuição gradativa dos embarques a partir de fevereiro, com a proximidade da entressafra na Chapada do Apodi (RN/CE), devendo haver aumento expressivo novamente nos envios no 2º semestre. Do mesmo modo, os envios de manga e uva também deverão recuar  nos primeiros meses de 2026, usual para o período, devendo voltar a aumentar novamente no início do 2º semestre. Já no caso da banana, a tendência é que exportações passem a aumentar ainda no 2º trimestre do ano, sobretudo aos países do Mercosul.

Fonte: hfbrasil.org.br

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Exportação de frutas não deve sofrer com salvaguardas da UE

Representantes do setor apostam na competitividade de exportações brasileiras após acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia

                                                                     Uvas brasileiras estão isentas de imposto pelo novo acordo Mercosul-UE 
As salvaguardas da União Europeia, que impõem restrições e parâmetros específicos para exportações do Mercosul ao bloco, não devem prejudicar as vendas de frutas, segundo representantes do setor. Com a assinatura do tratado, espera-se que os negócios mantenham o ritmo de crescimento registrado nos últimos três anos.  
 Em 2025, o volume de frutas exportadas para a Europa cresceu 19% e o continente representou 79% do total vendido pelo setor. O dado anima empresas brasileiras que competem com países que já possuem isenção de tarifas como o Peru, Chile e México.  
 Luiz Roberto Barcelos, conselheiro da International Fresh Produce Association (IFPA) e diretor da Abrafrutas (Associação Brasileia de Frutas), ressaltou que “as salvaguardas não ameaçam, pois exportamos frutas tropícais, que não são produzidas nos países europeus”, disse à CNN Brasil. Barcelos destaca a contrapartida de exportações de frutas tropicais durante a entressafra europeia.

“Nos casos de melão, melancia, uva e mamão, o comércio acontece na contra estação, o que supre a demanda de mercados do hemisfério norte”, explicou. 

O acordo entre Mercosul e União Europeia prevê a redução gradual de tarifas de importação por parte de países do bloco europeu. O ajuste compreende tarifas entre 14% e 4¨%, alíquotas em vigor atualmente. A uva é o grande destaque e terá a alíquota zerada imediatamente a vigência do acordo.  

 “As estimativas de redução tarifária devem tornar as exportações brasileiras mais competitivas”, disse Eduardo Brandão, diretor executivo da Abrafrutas à CNN Brasil. 

Recorde  – Em 2025, as vendas de frutas brasileiras ao exterior foram recorde e alcançaram a  marca de US$ 1,45 bilhão, com alta de 12% em valor e 19,6% em volume em relação a 2024.  

 Para a Europa, exportações de manga, melão, limão, melancia, uva e mamão cresceram 12,8% em valor e 19,1% em volume em 2025. Na soma, embarques para a Europa cresceram 6,2% em valor e 3,4% em volume em 2025, em relação a 2024, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento e Indústria.  

 Manga, melão, limão, melancia, uva e mamão somaram US$ 967 milhões em receita no ano passado, ante US$ 857,6 milhões em 2024. Para a Europa, o Brasil exportou 949 mil toneladas em 2025, uma alta em relação a 2024, quando os embarques somaram 796,6 mil toneladas.  

 A Apex Brasil estima que o faturamento da fruticultura cresça 40% e alcance US$ 1,8 bilhão até 2029. Em 2025, o país exportou 1,2 milhão de toneladas de frutas frescas, gerando receita de cerca de US$ 1,3 bilhão.  

Fonte: CNN

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O terceiro trimestre de 2025 reafirmou a força da fruticultura brasileira, com desempenho expressivo nas vendas externas. De acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), com base no Comex Stat, as exportações de frutas frescas cresceram 30,2% em volume e 16,3% em valor, em comparação com o mesmo período de 2024.

Entre julho e setembro, o Brasil embarcou 290,6 mil toneladas de frutas, que somaram US$ 323,6 milhões em receita. No acumulado do ano, já são 836,9 mil toneladas exportadas, com faturamento de US$ 909,8 milhões.

Segundo a Abrafrutas, o resultado reforça a resiliência e a capacidade de adaptação do setor, que vem enfrentando desafios como o recente “tarifaço” imposto pelos Estados Unidos. “O setor continuou negociando, trabalhando e mostrando sua força. Os números alcançados são o reflexo direto desse esforço coletivo, que une produtores, exportadores e instituições em torno de um mesmo propósito: mostrar ao mundo a força e a excelência da fruticultura brasileira”, destacou o presidente da entidade, Guilherme Coelho.

O resultado reflete o trabalho conjunto entre produtores, exportadores e instituições representativas. Mesmo após o anúncio do “tarifaço” americano, que gerou preocupação no início do semestre, o setor reagiu com firmeza. “Em um primeiro momento, foi necessário refletir sobre as alternativas e avaliar os impactos, mas em nenhum momento deixamos de produzir o planejado. O setor continuou negociando, trabalhando e mostrando sua força. Os números alcançados são o reflexo direto desse esforço coletivo, que une produtores, exportadores e instituições em torno de um mesmo propósito: mostrar ao mundo a força e a excelência da fruticultura brasileira”, afirmou o presidente da Abrafrutas, Guilherme Coelho.

As principais frutas embarcadas no trimestre foram:

  • Manga – manteve a liderança absoluta, com crescimento de 3,8% em valor e 36,9% em volume, impulsionada pela forte demanda da União Europeia e do Reino Unido.
  • Limão – teve aumento de 0,02% em valor e 7,97% em volume, consolidando sua presença nos mercados europeu e do Oriente Médio.
  • Melão – registrou alta de 29,77% em volume e 47,01% em valor, beneficiado pela oferta estável do Nordeste brasileiro.
  • Melancia – apresentou avanço de 97,4% em valor e 64,9% em volume, destacando-se entre as frutas de maior crescimento proporcional.
  • Banana – teve elevação de 40,8% em valor e 63,8% em volume, ampliando a presença brasileira no comércio internacional.

Com o bom desempenho e a ampliação de mercados estratégicos, a Abrafrutas projeta que 2025 poderá consolidar-se como um ano recorde para as exportações brasileiras de frutas.

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Apesar do tarifaço, exportações de frutas brasileiras para os EUA crescem 16,3%

Mesmo com o tarifaço imposto pelos Estados Unidos, o terceiro trimestre de 2025 reafirmou a força da fruticultura nacional no cenário mundial. Segundo a Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados), as vendas externas de frutas cresceram 30,2% em valor e 16,3% em volume em relação ao mesmo período de 2024.

Em entrevista ao Record News Rural, Luiz Roberto Barcelos, diretor institucional da associação, explica que algumas variedades, como a manga, surpreenderam e tiveram alta nos embarques, inclusive para o país americano.

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