GRUMIXAMA 24 de outubro de 2016 – Tags:

grumixama

Nome científico: Eugenia brasiliensis Lam.

Nomes populares: grumixaba, grumixameira, cumbixaba, ibaporoiti e gurumixameira

Família botânica: Myrtaceae

Características gerais: é uma árvore brasileira da floresta pluvial da Mata Atlântica, com até 15 metros de altura, nativa das matas primárias desde a Bahia até Santa Catarina, em matas aluviais e encostas suaves. É hoje rara. Seus frutos são pequenas bagas esféricas de cor roxa escura, com polpa aquosa levemente ácida e uma ou duas sementes. Além do consumo humano, atraem a avifauna.

Fotos:  à esquerda, Instituto Brasileiro de Florestas; à direita, Miriam Prochnow.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Grumixameira


INFORMAÇÕES ADICIONAIS

Fonte: Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi)

Nativa da Mata Atlântica, a grumixama é uma árvore de porte médio, altamente resistente à variação climática. É uma árvore elegante com flores brancas de muito perfume, dotada de copa densa e estreita. Quando adulta, pode alcançar até 15 metros de altura. A madeira é própria para obras de marcenaria comum, carpintaria e forros. Podem também ser utilizadas para preparar sucos, licores, aguardentes, vinagres e doces.

Acredita-se que a grumixama é rica em antioxidantes e tem alto teor de vitamina C, do complexo B (B1 e B2) e flavonoides. Pode ser usada como expectorante para cessar a tosse, quando feito um xarope com a sua casca e um pouco de mel.

A origem do nome grumixama, segundo o vocabulário Tupi-Guarani, provém de guamichã (o que pega na língua). A fruta deve “pegar na língua” por ser bastante palatável e com sabor inigualável, misto de pitanga e jabuticaba.

Na época de frutificação (novembro-dezembro), são as árvores repletas de frutos que fazem o convite para o início da festa das crianças e também dos adultos, que depois experimentar in natura várias frutinhas, ainda levam mais um pouco para casa.

Como toda frutífera nativa, a grumixama serve como alimento para a fauna e, apesar do seu crescimento lento, é muito utilizada nos projetos de restauração florestal.